sábado, 23 de outubro de 2010


Painho bateu saudades mais uma vez

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Painho, minha vida transcorre normalmente, mas muita coisa mudou desde a sua partida; Em muitas situações, quis correr e refugiar-me, já me lancei num vazio que me consumia a alma tentando de alguma forma entender os mistérios de Deus em te arrancar de mim. E quantas noites, no silêncio do meu quarto, eu sinto tua presença, que mesmo ausente, se faz presente dentro de mim. É Como num filme, as cenas da história da minha vida com você, vão passando, e em cada novo acontecimento, uma lágrima surge. Quanta saudade! Quanta saudade! Quanta saudade painho...=S
Vontade enorme de voltar no tempo, e reviver cada sorriso perdido, cada passeio anulado, cada abraço desviado, cada momento não vivido e até mesmo cada briga, cada discussão por bobagens que já tivemos.
Quem dera! Quem me dera ter o dom de poder te trazer de volta pra mim, sem tempo de permanência. Quem me dera poder mais uma vez, usufruir das tuas meninices, de teu falso inglês que tanto me fazia rir, afinal essa foi a real finalidade do mesmo, hulrul e como eu sorria! Dera eu!
O carinho e a educação que tu me deste em vida, posso hoje te retribuir apenas, sendo honesto, honrado, justo e digno em todos os sentidos... Podendo assim de algum modo manter-te orgulhoso onde quer que esteja se houver como. Meu sangue é teu sangue, e assim és, e serás sempre perpetuado por todo o sempre meu pai...

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