quarta-feira, 20 de abril de 2011


Há deixa a claridade do novo entrar

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Poderíamos ser muito mais felizes do que geralmente nos permitimos ser, mas temos medo dos preços a pagar! Se lembrássemos que corremos riscos mesmo quando não mudamos nada, talvez aprenderemos a arriscar mais, sabendo que o que conhecemos como risco, na verdade é o movimento da vida em direção á próxima página. Resistir a ela nos fará mal. É o arrependimento por não ter feito. Se soubéssemos que, ao enfrentar os riscos, nossos fantasmas diminuem, seríamos mais ousados, lembrando que geralmente, nossos medos são criados por nós, a partir de nossas inseguranças e fantasias, chega então a hora de tomar as rédeas da nossa vida e pra isso é necessário um pouco de egoísmo. Imaginar que não existe mais ninguém no mundo e que tudo depende só de nós. Isso gera um impulso, uma determinação que é preciso fazer algo. Deixar de lado os problemas  e necessidades de outras pessoas e trabalhar em prol de nós mesmos. Ter força para sair do quarto escuro. Do outro lado da janela, da porta, da rua, existe um mundo de possibilidades. Basta ter coragem de caminhar até lá...

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